ENTREVISTA COM PATSY ANDERSEN

Entrevista com Patsy Andersen – Gerente de Relacionamento com Fãs - Graceland/EPE

Jacquie: Patsy, primeiramente eu quero te agradecer por tomar um pedaço do seu tempo, que já é tão atribulado – para dar uma entrevista à nós e para todos os fãs brasileiros. Eu gostaria de começar a nossa entrevista, falando sobre “Patsy Andersen – o ser humano” – eu digo – você poderia falar um pouquinho sobre você, sua família e sua vida, sua cidade de origem, seu perfil profissional, etc…

P.A: Eu nasci no maravilhoso Estado do Arkansas e fui abençoada por ter um irmão mais velho e um irmão mais novo, bem como mãe e pai maravilhosos. Eu me formei pela Arkansas State University e pela University of Memphis. O primeiro lugar que visitei logo após me mudar para Memphis foi...Graceland. Eu sou casada e tenho cinco filhos lindos: três moças e 2 rapazes.

Jacquie: Você foi contratada pelo time da EPE muito cedo em sua vida, não é? Nos diga como foi o começo disso tudo… Ser uma fã de Elvis e trabalhar para EPE – eu aposto que era super excitante… Qual foi seu primeiro trabalho dentro da EPE? Todos nós sabemos que você tem uma carreira muito bem sucedida na EPE – nos conte um pouco sobre os passos que você teve que dar durante todos estes anos.

P.A: Eu comecei a trabalhar em Graceland antes que esta fosse aberta para o público em 1982. Meu primeiro trabalho na Empresa foi no escritório, fazendo de tudo um pouco – desde telefonista até fazer reservas. Minha mesa de trabalho era em frente à mesa de Jack Soden naquela época! (risos...) Mas o trabalho dos meus sonhos era ser uma das “tour guides” na casa de Elvis – o que se tornou realidade em 07 de junho de 1982, com a abertura da Mansão ao público. Meus conhecimentos sobre Elvis e de sua carreira foram essenciais, um “background” para o trabalho que faço atualmente e me ajudou em todas as etapas de minha carreira desde 07 de junho de 1982 até os dias de hoje. Lembro-me também que Jack Soden e eu éramos ambos muito jovens quando iniciamos nossas carreiras em Graceland. (risos...).

Jacquie:
Você teve chance de conhecer Elvis pessoalmente? Caso você no tenha tido chance – você chegou a assistir a algum de seus Concertos? Quantos? Houve algum Concerto que particularmente foi marcante para você? (risos…) Quais são as suas memórias quando você volta no tempo e se recorda de tudo isso?

P.A: Eu vi Elvis muitas vezes e até mesmo aqui em Graceland. Minha recordação favorita está ligada à primeira vez que vi Elvis em um de seus carros de golfe correndo por toda a propriedade. Estava uma noite agradável aqui em Memphis e ele estava com uma aparência maravilhosa e estava adorando aquilo tudo, parecia uma criança - se divertindo e divertindo seus fãs naquela noite. Quanto ao meu Concerto favorito, também foi o que assisti aqui em Memphis em 1974; que foi exatamente no dia 20 de março e foi feita a gravação do que viria a ser o álbum “Elvis Recorded Live On Stage in Memphis”. Eu amo dizer que Elvis e eu fizemos um “álbum-dueto” juntos neste show: ele cantava e eu gritava... Hee, hee, hee.

Jacquie: Com base em seu perfil profissional (Marketing), qual foi o projeto mais envolvente e excitante no qual você esteve envolvida durante todos estes anos trabalhando para EPE – e porque?

P.A: Uau, esta é uma pergunta bem difícil de responder, hein... Têm acontecido tantos projetos fantásticos ao longo destes anos e eu tenho tido tanta sorte por ter tido participação neles... Desde fazer parte do grupo de trabalho responsável pelo re-design do “The Trophy Building” até ser o braço direito de Priscilla para projetos ligados a filmes e ao mesmo tempo continuar meu intenso trabalho com os fãs de Elvis – tudo isto tem sido fantástico para mim.

Jacquie: Se você não fosse a Gerente do Departamento de Relacionamento com Fãs para EPE/Graceland, haveria algum outro departamento dentro da EPE que chamaria sua atenção a ponto de se tornar atrativo para você? Eu estou perguntando isso porque todos nós podemos ver facilmente todo o “amor e dedicação extra” que você coloca em tudo que faz, passo a passo, a partir do momento em que você está envolvida ou encarregada por alguma coisa.

P.A: Obrigada pelo reconhecimento, Jacquie – mas eu acho que eu iria querer mesmo o trabalho de Jack (Soden)! (risos)

Jacquie: Vamos voltar a 1982 – quando Priscilla Presley decidiu abrir Graceland para visitação pública. De fato, passados 22 anos da abertura de Graceland, nós temos que reconhecer: Elvis está mais vivo do que nunca! O que vem à sua mente quando você pára e pensa em todo este contexto? Afinal você viu esse projeto nascer em 1982 e o acompanha até hoje... Graceland é seu sexto filho... (risos..)

P.A: Elvis é como Beethoven e está designado à perpetuidade na cultura pop… tal qual uma obra de arte definitiva que não se desfaz, uma tela de Monet ou uma tapeçaria imensa cravada em uma parede, por exemplo. Mas sempre há também a tristeza por ele não estar mais aqui para ver o que seus fãs estão fazendo em prol do seu legado artístico e como ser humano, sem contar que os fãs continuam envolvidos nas obras de caridade, seja dando continuidade ao que Elvis criou, seja criando e mantendo outras novas. Elvis estaria tão, mas tão orgulhoso em saber que seus fãs dão continuidade ao seu espírito de dar de si e de cuidar dos outros ao redor. Eu espero que o Bom Deus permita Elvis dar uma “espiadinha lá de cima” - e que seja bem freqüente.

Jacquie: Como a Gerente do Departamento de Relacionamento com Fãs, eu costumo dizer que você é “O coração & a alma de Graceland” em forma de gente. E eu sei que não sou só eu que penso assim, digo, tem um grande grupo de fãs de todos os cantos do mundo que a vê da mesma forma que eu. Como você se sente quando tais coisas vêm à sua mente – e principalmente quando você escuta isto dos próprios fãs?

P.A: Eu me sinto muito honrada e ao mesmo tempo encabulada quando escuto este comentário...Elvis sempre foi uma grande inspiração para mim. Eu tento sempre imaginar como Elvis gostaria de ver as coisas sendo feitas, se ele estivesse entre nós. E Jacquie... Obrigada por essa pergunta e comentários tão bacanas.

Jacquie: Você faz parte de um grupo muito seleto em termos de privilégio e confiança, formado por apenas cinco pessoas: Priscilla, Lisa Marie, Jack Soden, Debbie Johnson e você. Apenas e somente este grupo tem as chaves e a permissão para ir ao andar superior de Graceland – incluindo o quarto de Elvis. Aliás, eu devo adicionar que quanto aos fãs brasileiros, a grande maioria de nós compreende e respeita integralmente a decisão de não haver acesso ao andar de cima da mansão. Além de não ser “estruturalmente” possível, penso que não seria respeitoso por parte dos fãs. Por favor, você poderia então nos dar uma idéia sobre como são e estão os cômodos de Elvis (quarto, closet, escritório), passados quase 27 anos de sua morte? E quanto ao quarto que era de Lisa Marie? O que poderíamos considerar como 100% original no que se refere à decoração do andar superior da Mansão, passados quase 27 anos?

P.A: Por incrível que possa parecer, está tudo muito tal qual era antes. Nós apenas movemos a maioria das peças de roupas de Elvis para o Departamento de Arquivos Físicos, para prevenir que os mesmos se deteriorem. A primeira vez que eu entrei no quarto de Elvis, eu pensei que fosse me achar uma “intrusa”, mas sabe que não foi assim? Senti que era bem-vinda, completamente. O quarto de Elvis está decorado do jeito que ele deixou – as cores predominantes são o preto e o vermelho com detalhes em dourado e a cama mede 3m x 3m, bastante larga… o quarto tem TVs no teto, acortinados bem pesados e com black-out cujas cores podem variar entre o preto o vermelho e o dourado. O disco que estava no prato da vitrola no dia em que ele faleceu, permanece lá até hoje, acredita? Era o LP recém lançado de “J.D.Sumner & The Stamps Quartet” . Achamos que Elvis não gostaria se tirássemos o LP do lugar, então ele está lá até hoje. Seu escritório é ornamentado de forma muito bonita, em tons que variam entre o bege e terra-cota e há uns dois ou três anos atrás nós movemos boa parte dos móveis do escritório para ficar em exposição ao público, atendendo a uma demanda feita pelos fãs já há anos atrás. O quarto de Lisa é decorado em tons amarelo e branco – e boa parte dos móveis originais (como a cama “hambúrguer”, por exemplo) também foi removida para o andar de baixo para ficar exposto ao público. Depois disso, temos o quarto de vestir e o banheiro de Elvis; o banheiro de Lisa; e o quarto de vestir mais o banheiro de Priscilla. Todos estes cômodos que eu mencionei são muito bem ornamentados e decorados; tudo de acordo como era há tantos anos atrás. Priscilla não mexeu em absolutamente nada no andar de cima, ao abrir Graceland para visitação.

Jacquie: Uau, Patsy, eu estou impressionada... Bem, mudando de assunto, será que você poderia nos dizer um pouco sobre as novidades que estão por vir, que tenham relação com os projetos envolvendo Elvis? Talvez quanto aos novos DVD’s, documentários, CD’s… quais os projetos que você gostaria de destacar para nós? Seria muito excitante se pudéssemos ter uma visão geral!

P.A: Exatamente por agora os projetos com os quais estou mais empolgada são os relançamentos do “The Comeback Special” e o “The Aloha”. Elvis está maravilhoso em ambos os shows de relançamento e foram adicionadas várias cenas jamais vistas antes... Os dois relançamentos são estonteantes... Quanto aos outros projetos, eu não estou autorizada a falar sobre eles por agora, me desculpe... Mas em breve eles virão à tona e os fãs ficarão a par...

Jacquie: Bem, todos nós temos consciência que Priscilla foi essencial e liderou todas as etapas, desde os tempos em que assumiu o espólio de Elvis, após a morte de Sr. Vernon Presley em 1979. Também acho que ela tem um forte “feeling” para os negócios, uma coisa que “já corre em suas veias”. Eu acredito que todo o mérito pelo sucesso obtido deve ser compartilhado entre Priscilla e o excelente time de profissionais que ela contratou para que pudesse ter todo o suporte necessário. Ela cuidou dos negócios e dos projetos em andamento na EPE/Graceland por tantos anos. Enfim, quando Lisa fez 30 anos, finalmente ela teve que assumir o comando de tudo – e há uns três anos, acho, Priscilla tem priorizado outros projetos pessoais tendo inclusive assumido uma posição no Conselho de Administração da MGM. Como você descreveria o grau de envolvimento de Priscilla nos dias de hoje, tanto quanto aos negócios como para os projetos?

P.A.: Priscilla sempre estará envolvida, mas agora Lisa é a chefe. (sorriso); conforme definido por Elvis em testamento, Lisa tomaria posse do espólio e dos negócios aos 25 anos; mas foi a própria Lisa quem pediu para que tudo continuasse da mesma forma até que ela completasse 30 anos – o testamento dava esta flexibilidade a ela. Tanto Priscilla como Lisa tem sido maravilhosas para mim e eu verdadeiramente as respeito e quero todo o bem do mundo para elas. Eu só tenho a agradecer a elas por todas as maravilhosas oportunidades que eu tenho vivenciado com elas durante todos estes anos em Graceland.

Jacquie: Lisa Marie é oficialmente a Presidente do Conselho de Administração para EPE/Graceland – o que é muita responsabilidade, tenho certeza. O estilo de trabalho dela tende a seguir os mesmos passos do estilo de trabalho de sua mãe? Digo, elas tem perfis similares quando o assunto é “negócios”?

P.A: Sim, elas têm estilos de trabalho e de negócios bastante similares. Ambas priorizam e querem que Elvis seja sempre lembrado com dignidade, classe e projetos criativos e de porte feitos em prol de sua memória. Lembre-se que o lado dos “negócios” é mais difícil ainda para elas porque Graceland era – e ainda é a casa delas e Elvis era – e ainda é o pai de Lisa. É muito diferente para elas do que para o restante do staff que trabalha aqui. Eu espero que um dia os fãs possam conhecê-las de forma mais próxima e mais pessoal. As duas são muito simples de lidar, são muito “boa gente” e Priscilla tem uma veia cômica especial, ela consegue às vezes ser muito engraçada e nos faz rir muito.

Jacquie: Agora, de volta a Graceland. Na teoria, todos nós sabemos que Graceland foi tombada pelo patrimônio histórico dos Estados Unidos. Como foi que aconteceu isto e quais os impactos possíveis devido a este fato? EPE vê algum problema pelo fato de Graceland agora estar tombada pelo patrimônio nacional? Quando foi exatamente que isto aconteceu e quem tomou a iniciativa para tornar Graceland um patrimônio tombado e histórico?

P.A: Jennifer Tucker fez este trabalho como sendo seu projeto final (ou tese) para se formar na Universidade. Ela teve muito trabalho, mas ela foi tão bem sucedida que nós ficamos extasiados por seu desempenho. Ela colocou Graceland no lugar aonde deve estar: no Registro Nacional de Propriedades Históricas – e por isso, Graceland é tombada pelo patrimônio nacional e cultural dos Estados Unidos. Yeah!

Jacquie: Nós sempre pensamos em quão grandioso é Elvis neste mundo, especialmente em Memphis, Tennessee. Você poderia nos dizer, por favor, qual foi o registro de maior número de visitantes na Mansão e quando foi que isto ocorreu?

P.A: Nós atingimos o patamar acima de 700,000 visitantes durante o ano de 1987 e em media nós continuamos tendo em torno de 650,000 a cada ano. Graceland é a segunda propriedade mais visitada nos Estados Unidos, perdendo apenas para a Casa Branca. Eu persigo a meta de em algum ano futuro nós atingirmos o patamar de um milhão de visitantes. Isso seria motivo para fazermos uma grande e inesquecível festa!

Jacquie: De volta a 1982, quando Graceland foi aberta ao público, você acha que a Direção da Operação “Graceland” (Priscilla, Jack e etc...) poderia sequer imaginar que esta iniciativa teria tal sucesso, tão forte e imensurável ? Eu digo, será que eles poderiam imaginar que os negócios cresceriam tão rápido? Que nós teríamos “Semana Elvis” e “Semana do Aniversário de nascimento de Elvis” todos os anos – e que de fato toda esta movimentação perduraria por tanto tempo?

P.A: Elvis era – por incrível que possa parecer – uma pessoa de marketing e um grande relações públicas, você sabia? Com certeza ele deixou tudo “prontinho” e nós apenas andamos através de suas portas... Elvis é conhecido em todo o mundo, tem sido assim conhecido e continua a representar a figura de um herói para todas as culturas e raças. Acho que somente um idiota completo deixaria de perceber o quanto Elvis deu de si, o quanto fez pela cultura pop e o quanto marcou para sempre. Então, acho que sim, que pelos anos a vir pela frente à casa de Elvis, a vida e o legado de Elvis continuarão a exercer fascínio e inspiração para muitas e muitas pessoas.

Jacquie: Existem milhões de fãs que têm o “sonho impossível” de algum dia ser capaz de visitar Graceland – mas infelizmente a maioria jamais terá uma forma de transformar o sonho em realidade... Você acha que o “Mobile Graceland” (criado para o 25o aniversário e que depois percorreu várias cidades dos Estados Unidos) poderia ser uma opção para atingir este público, bem como para atrair uma nova geração de fãs? Será que a EPE já cogitou esta possibilidade?

P.A: Infelizmente, “Mobile Graceland” não existe mais, contudo nós estamos trabalhando para fazer alguma coisa similar. Nós queremos que todos os fãs de Elvis possam vivenciar Elvis cada vez mais de perto e, pessoalmente poder ver artefatos muito especiais. Nós estamos trabalhando nesta direção, mas ainda vai tomar um tempo até que esse projeto possa ser anunciado.

Jacquie: Existem chances possíveis para que “Elvis in Concert” volte a se apresentar em várias cidades, fazendo aqueles Concertos incríveis? Caso não existam quais seriam os motivos?

P.A: Nós esperamos continuar “In Concert” por um tempo mais e esperamos ir ao máximo de lugares possíveis para fazermos felizes a maior quantidade de fãs que pudermos. Nenhum lugar populoso do mundo está sendo excluído deliberadamente. Nós vamos aonde e quando nós pudermos. Por exemplo, se ainda não trouxemos o show para o seu país, então iremos fazê-lo desta vez? Não sabemos... Teremos que esperar para ver as possibilidades. No nosso site, a programação/agenda do “In Concert” está atualizada e uma nota é sempre adicionada em “news” imediatamente após recebermos a confirmação de uma nova marcação para o show. Além disso, soltamos para os e-mails cadastrados em nossa base de dados, um alerta através de uma “e-newsletter” imediatamente. Como você deve saber, o show é muito caro para ser produzido e é necessário todo o comprometimento do orçamento do eventual produtor, para pôr o show “de pé”. Mas nós estamos esperando trazer o show para o máximo número de fãs que for possível.

Jacquie: Esta é a última, eu prometo… (risos) – você gostaria de mandar uma mensagem para todos os fãs brasileiros que estão lendo esta entrevista agora?

P.A: Eu quero pessoalmente agradecer a cada e a todos os fãs brasileiros. Nós sabemos que vocês existem. Eu criei uma meta pessoal para mim, para que o “Estate of Elvis Presley” saiba que vocês existem de forma marcante - para que nós possamos trazer para vocês no Brasil um pouco mais de Elvis e de Graceland. Elvis estaria impressionado e emocionado em saber da dedicação e da lealdade por parte dos fãs brasileiros à sua música e sua carreira. Ele ficaria encantado com a alegria do povo brasileiro e com as praias também (vocês sabem aonde nosso menino gostava de passar férias, não é? As praias brasileiras são muito mais bonitas que as do Hawaii...). É muito deprimente que os governantes ao redor do mundo não adotem para si próprios uma conduta similar a de um fã de Elvis. Outro dia eu estava no “Presidents’ F.C. Fórum” do nosso site e ali estava um Presidente de F.C. da Rússia conversando com o Presidente de um F.C. de Israel. Falando sobre suas vidas e compartilhando a admiração em comum por Elvis e seu legado. Isto é imensurável! É o que torna o “Mundo Elvis” sem igual... Elvis estaria tão orgulhoso em ver que seus fãs – de todas as culturas, bases religiosas e diferentes nacionalidades são tão próximos e se preocupam uns com os outros... Não me importa para aonde eu viaje ou onde esteja, eu sempre apreciarei se puder dedicar o meu tempo trabalhando com e para os fãs de Elvis. VOCÊS, MEUS AMIGOS, SÃO SIMPLESMENTE OS MELHORES SERES HUMANOS DESTE MUNDO.
Eu amo todos vocês e que Deus abençoe a cada um de vocês.
Patsy Andersen

Jacquie: Obrigada mais uma vez, Patsy. Quero que saiba que você é uma das pessoas mais meigas, francas e gentis que eu já conheci na minha vida. Obrigada pela sua amizade de sempre não somente a mim como também aos amigos brasileiros. Obrigada pela sua lealdade sem fim por Elvis e por seus fãs.
E que Deus te abençoe também.

Agradecemos imensamente a Patsy Andersen por esta entrevista tão aberta e sincera e desejamos todo sucesso do mundo para ela em seus projetos atuais e futuros!